quarta-feira, 6 de Agosto de 2014

Bolo de Cenoura - Vegan e sem gluten


Bolo sem glúten, sem lactose, sem óleo e sem ovos!!


Ingredientes:
·         1 chávena de leite de amêndoas;
·         5 cenouras pequenas;
·         1 chávena de Muesli Integral Aveia & Frutas (usei a da marca alara fruity oats);
·         1/2 chávena de tâmaras picadinhas;
·         2 colheres de sopa de farinha de linhaça;
·         2 colheres de sopa de polvilho (usei o doce)
·         Sal q.b;
·         bicarbonato de sódio, q.b.;
·         1 colher de sopa de fermento químico (Marca Auchan, sem glúten).
·         Para a cobertura: 2 abacates, 200 g de chocolate magro.

Preparo:
·         Corte em rodelas pequenas a cenoura crua e bata no liquidificador junto com a água e a linhaça.
·         Depois despeje essa mistura em uma vasilha e misture o resto dos ingredientes deixando o fermento por último.
·         Despeje a massa em uma forma de bolo rectangular bem untada e enfarinhada com  a aveia peneirada.
·         Leve para assar em forno médio pré aquecido (180º) por 30 minutos (espete com um palito para ver se a massa já está seca).
·         Espere esfriar para desenformar e cubra com a calda de chocolate.

Nota: O toque de mestre ficou a cargo das
 passa, das sultanas, das tâmaras e dos damascos picados do Muesli, que deram um charme especial ao bolo.



sexta-feira, 1 de Agosto de 2014

Bolo de Mandioca e Coco

Ingredientes

. 4 bananas ou puré de 8 maças

. 1 chávena (chá) de açúcar
. 1 kg de mandioca crua ralada
. 1 coco médio triturado
. 1/2 xícara (chá) de leite de amêndoas
. 1 chávena de óleo de milho
. 1 colher (chá) de sal
. 1 colher (sopa) de fermento em pó
. Tiras de coco para decorar

Modo de preparo

1. amasse bem as bananas.

2. Acrescente o açúcar, a mandioca, o coco e o leite, misturando delicadamente.

3. Junte o óleo, o sal e o fermento.

4. Coloque em uma forma média untada e asse em forno, pre-aquecido, a 180 ºC por cerca de 30 minutos. Desenforme e decore com tiras de coco.

segunda-feira, 26 de Maio de 2014

Pão de queijo na caneca

Pão de queijo na caneca
Pão de queijo na caneca: lanchinho muito rápido!
Foto: Paulo Bau
Tipo de prato: Entrada
Preparo: Zás-trás (até 15 minutos)
Rendimento: 6 porções
Dificuldade: Fácil
Categoria: Pão

Ingredientes

. 3 ovos
. 12 colheres (sopa) de leite
. 6 colheres (sopa) de óleo
. 12 colheres (sopa) de polvilho azedo
. 3 colheres (chá) de fermento em pó
. 12 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado
. uma pitada de sal

Modo de fazer

Em uma tigela, coloque o ovo, o leite e o óleo e misture bem. Adicione o polvilho e o fermento e misture novamente. Por fim, acrescente o queijo ralado e o sal e mexa apenas o suficiente para incorporar o queijo. Divida a mistura em quatro canecas, enchendo apenas metade de cada uma para a massa não transbordar quando estiver assando. Leve uma caneca de cada vez ao micro-ondas por 1 minuto. Sirva em seguida e coma na hora!
Dica da Rebeca: você pode acrescentar cubinhos de peito de peru ou ervas picadas à massa para dar um toque especial.
Receita do livro Festa da Rebeca
Fonte : http://mdemulher.abril.com.br

domingo, 18 de Maio de 2014

Maionese de pimenta-biquinho

Adriano Vizoni/Folhapress
Grau de dificuldade: Fácil
Tempo de preparo: Até meia hora
Rendimento: 500 ml
Maionese de pimenta-biquinho
INGREDIENTES
50g Ovo pasteurizado (equivale a uma unidade)
250ml Azeite extravirgem
250ml Óleo de canola
1 colher (sopa) Mostarda de Dijon
2 colheres (chá) Vinagre de maçã
3 colheres (sopa) Pimenta-biquinho em conserva
Pimenta-do-reino e sal a gosto
MODO DE PREPARO
Escorra a pimenta e bata no liquidificador
Separadamente, bata o ovo com a mostarda
Acrescente o azeite aos poucos a essa mistura, primeiro em poucas gotas e, depois, em fio fino e contínuo
Sem parar de bater, junte vinagre, sal e pimenta-do-reino
Adicione o óleo também em fio e bata até clarear a maionese
Acrescente a pimenta e bata até adquirir consistência
RESTRIÇÕES ALIMENTARES
Sem restrições

sábado, 17 de Maio de 2014

Ketchup de pimentão caseiro!


Adriano Vizoni/Folhapress
Grau de dificuldade: Difícil
Tempo de preparo: Mais de uma hora
Rendimento: 1 litro
Ketchup de pimentão
INGREDIENTES
2kg pimentão vermelho
500g cebola descascada
250g maçã verde ou gala
2 unidades pimentas-dedo-de-moça sem sementes
1 1/2l água
750ml vinagre de maçã
150g açúcar
1/4 xícara mel
1 colher (chá) alho em pó
1 colher (chá) cebola em pó
1 colher (sopa) sal
1 colher (sopa) maisena
1 unidade ramo de estragão
2 unidades hortelã, tomilho, sálvia e salsinha (2 ramos de cada)
2 unidades tiras de casca de limão-siciliano
MODO DE PREPARO
Grelhe os pimentões na chama até chamuscarem completamente; coloque-os em um saco plástico por 5 minutos
Retire a pele dos pimentões, sob água fria corrente; retire o miolo e as sementes
Passe-os no triturador com a cebola, maçã e as pimentas
Reúna as ervas em um feixe, coloque os temperos em uma panela junto com a mistura; cubra com água e deixe ferver
Diminua o fogo e cozinhe por 25 minutos
Espere esfriar e descarte as ervas; passe a mistura por uma peneira
Coloque o purê em uma panela, acrescente vinagre, açúcar e sal. Deixe ferver, mexendo, até o açúcar se dissolver
Diminua o fogo e cozinhe por cerca de 1h, até reduzir pela metade
Separadamente, dissolva a maisena em uma colher (sopa) de vinagre. Adicione à panela, mexa bem e deixe ferver por dois minutos, até encorpar
RESTRIÇÕES ALIMENTARES
Sem restrições

sexta-feira, 16 de Maio de 2014

Mostarda de laranja

Adriano Vizoni/Folhapress
Grau de dificuldade: Médio
Tempo de preparo: Mais de uma hora
Rendimento: 500 gramas
Mostarda de laranja
INGREDIENTES
2 unidades Raspas e suco de laranja
250g Semente de mostarda
100ml Vinagre de maçã
2 colheres (chá) Sal
10ml Uísque
MODO DE PREPARO
Coloque as raspas e o suco de laranja em uma panela
Deixe ferver, diminua o fogo e cozinhe por um minuto; tire do fogo e deixe esfriar
Triture grosseiramente 200 g de semente de mostarda e coloque em uma tigela com o restante das sementes
Acrescente o suco de laranja e as raspas e misture bem
Deixe descansar por 5 minutos
Misture o vinagre e o sal
Coloque a mostarda em potes de vidro previamente esterilizados, cubra com papel-manteiga embebido
em uísque e lacre
A mostarda estará pronta em aproximadamente três dias. Verifique as sementes, que devem ficar macias
RESTRIÇÕES ALIMENTARES
Sem restrições


quarta-feira, 7 de Maio de 2014

Pão de Queijo Vegen

Ingredientes

450 g de tofu firme
3 xícaras e 6 colheres (sopa) de polvilho doce
1/2 xícara de polvilho azedo
1 colher (sopa) de azeite ou óleo
1/2 xícara de água
1 colher (sopa) de fermento nutricional (opcional)
Sal a gosto
Óleo para untar

Preparo

Amasse bem o tofu com um garfo, acrescente os polvilhos e o sal. Ferva a água junto com o óleo e despeje por cima dos polvilhos para escaldá-los. Adicione o fermento nutricional e mexa com as mãos, até que a massa se desprenda dos seus dedos e fique fácil de modelar. Unte um tabuleiro com óleo. Faça bolinhas com a massa e coloque no tabuleiro, deixando um espaço entre elas para que não grudem. Leve ao forno médio até que assem.

Dica - Se quiser o pão de queijo mais amarelinho, pode colocar um pouquinho de açafrão em pó.

Pão de Queijo Vegetal (vegana)

Rendimento: 40 unidades (tipo coquetel)

Fonte: http://www.cantinhovegetariano.com.br/2013/11/pao-de-queijo-vegetal.html

quinta-feira, 3 de Abril de 2014

Saber comer é pura informação

Informação indispensavel para pelo menos todas as mãe, mulheres, amantes e afins...

Alimentos que nos chegam ao prato não foram feitos para comer, diz a médica Cristina Sales.


E se o seu organismo não reconhecer aquilo que você come como um alimento?
Defende-se, inflama-se, fica doente. É o que fazem muitos dos produtos que levamos à boca. Cristina Sales, médica e especialista em alimentação, garante que na origem da maioria das doenças que afetam o homem do século xxi está o que comemos e o modo como o fazemos. É que os alimentos são veículos de comunicação: dizem às células como devem comportar-se.
Precisamos de mudar a forma como nos alimentamos?
É obrigatório que o façamos porque a alimentação que a população dos países ocidentais, incluindo Portugal, passou a fazer nos últimos cinquenta anos é o que está na origem da maior parte das doenças endócrinas, metabólicas, autoimunes, degenerativas e alérgicas. As novas epidemias devem-se sobretudo aos estilos de vida e à alimentação que fazemos desde o pós-guerra.
A alimentação é decisiva para a saúde e o bem-estar mas está a provocar doenças e a aumentar a mortalidade precoce?
A geração dos nossos filhos terá uma esperança de vida mais reduzida do que a nossa por causa dos estilos de vida e da alimentação. Primeiro, os produtos altamente processados pela indústria alimentar conduzem a uma desnutrição em nutrientes fundamentais e ingerimos uma grande quantidade de calorias vazias. Segundo, são muito diferentes dos alimentos originais e o organismo não sabe lidar com eles, não os reconhece como alimentos. Depois, há uma sobrecarga tóxica inerente à alimentação que provém dos agroquímicos (da produção), dos conservantes, corantes e adoçantes que são adicionados para preservar os produtos durante mais tempo e para os manter bonitinhos.
São alimentos para ver…
Os produtos que nos chegam ao prato foram feitos para vender e não para comer. Não têm nada que ver com os alimentos que ingerimos e que nos fizeram viver e sobreviver ao longo de milhões de anos. Esta mudança ocorreu tão depressa que o organismo não está adaptado para gerir, digerir e assimilar estes produtos, pelo contrário, vê-os como substâncias estranhas e reage, inflamando-se.
Como é que podemos livrar-nos dessa teia?
As escolhas alimentares são condicionadas pela publicidade, as pessoas não são ensinadas a escolher. Quem é que é ensinado a consumir maçãs ou laranjas? Ninguém. A informação que passa de forma subliminar através dos anúncios da TV e dos jornais é que se deve beber sumo de maçã e de laranja. Mas se alguém ler os rótulos das embalagens verifica que contém imenso açúcar, frutose, acidificantes, etc., e o que falta é a maçã e a laranja. É preciso informar, ensinar e consciencializar a população.
A atitude da indústria alimentar tem de mudar?
No global sim, mas também depende do que a indústria faz. A conservação de alimentos através da congelação, por exemplo, é perfeita. Os legumes congelados são uma ótima opção, por vezes mais económica, e chegam ao consumidor mais frescos e com mais nutrientes do que os que são mantidos durante cinco ou seis dias nas cadeias de distribuição. Já quando falamos de alimentos que têm de levar uma quantidade enorme de aditivos para serem consumidos – é o caso das carnes de muito má qualidade e dos aproveitamentos que se fazem dos restos dos mariscos – é diferente. Sempre que tivermos de dobrar a língua muitas vezes para conseguir ler o que está escrito nos rótulos é porque não é comida. Não compre. Será qualquer coisa que do ponto de vista nutricional, químico e metabólico está muito longe do alimento original.
Está a falar de alimentos que duram ad eternum?
Por exemplo. Como é que duram? Fizeram-se estudos com hambúrgueres e batatas fritas – uns feitos em casa, com carne picada, e batatas que foram descascadas, outros com produtos processados e embalados – e verificou-se que ao fim de trinta ou quarenta dias alguns hambúrgueres se mantinham iguaizinhos. Não se degradaram, ao contrário dos que foram feitos em casa, que estavam estragados três dias depois.
Ora alguém acha que uma coisa daquelas pode ser comida?
Quando ingerimos produtos desse tipo como é que o organismo reage?
Defende-se e inflama-se ou agarra naquelas coisas que não considera importantes e arruma-as nos depósitos de lixo, que são as células gordas. Estas, além de serem o nosso reservatório de energia, são também o depósito de substâncias tóxicas que o organismo não metaboliza ou não utiliza para impedir que entrem nos circuitos mais nobres. Esta acumulação de lixo cria bloqueios bioquímicos e alterações metabólicas que impedem as células de trabalhar em condições. Hoje ninguém sabe que consequências é que isto tem para o cérebro e o sistema imunitário e para o bom trabalho hepático e digestivo. Os circuitos da toxicidade são cruzados – se uma pessoa come de vez em quando um gelado, um iogurte, umas bolachas ou um sumo que tem um determinado corante é uma coisa, mas se o faz com regularidade, ao fim de seis meses já ultrapassou as doses suportáveis e entra em sobrecarga tóxica.

E o que é que acontece?
Veja-se o ácido fosfórico, um aditivo que está presente em alimentos de consumo diário, como os cereais de pequeno-almoço e os refrigerantes. Quem ingere estes produtos todos os dias, além de ficar com o sistema acidificado e perder cálcio (uma compensação do organismo que depois predispõe à osteoporose), também fica numa excitação – o ácido fosfórico é um estimulante cerebral e é óbvio que uma criança que de manhã come um prato de cereais chega à escola e não para quieta. O ácido fosfórico altera o comportamento e em determinadas concentrações é neurotóxico.
Como é que os alimentos atuam no organismo?
Os alimentos servem para construir tecido, osso, órgãos, etc., e para nos darem energia, mas o que as ciências da nutrição têm vindo a mostrar é que os alimentos são essencialmente moduladores do comportamento celular – são informadores das células, dizem-lhes como devem funcionar. Imagine que tem um prato com uma determinada quantidade de proteínas (peixe ou carne) e outra de hidratos de carbono. Só a proporção entre a quantidade de carne e batatas ingeridas vai informar o organismo da necessidade de produzir uma hormona ou outra, neste caso insulina (que é a hormona do armazenamento) ou glucagon (a hormona do desarmazenamento).
Explique lá melhor…
Se comer mais proteínas do que hidratos de carbono vai produzir mais glucagon e induzir o metabolismo a ir buscar gordura acumulada para disponibilizar às células, ou seja, vai desarmazenar. Mas se comer mais arroz, massa ou batatas vai dar uma ordem em sentido contrário, vai dizer que é precisa mais insulina e vai acumular gordura.
Mas se as pessoas forem ativas podem queimar essa energia…
Isso é outra coisa, o que importa reter é que na proporção hidratos de carbono/proteínas a quantidade de açúcar que chega aos sensores do tubo digestivo aciona imediatamente uma ordem de libertação de glucagon ou de insulina. Se a indicação é libertar glucagon, o organismo vai usar a gordura acumulada, se a ordem for para libertar insulina, o organismo vai armazenar gordura. Isto é pura informação.
Quem quer perder peso tem de saber isso, certo?
Se a pessoa tiver consciência da informação que dá ao corpo tem muito mais capacidade para o modular. Outro exemplo. A leptina, a hormona que sinaliza o apetite, que depende sobretudo do ritmo solar. Ora, uma pessoa equilibrada, que durma de noite e trabalhe de dia, produz mais leptina de manhã (e tem apetite) e ao fim do dia produz menor quantidade (o apetite diminui). Se uma pessoa comer muito à noite estraga este equilíbrio e a certa altura está sempre com fome porque inutilizou os sensores da leptina. Nós somos mamíferos e de noite, quando dormimos, não precisamos de comer. O nosso corpo tem a sabedoria para sinalizar o apetite em função da hora do dia – comer muito à noite estraga essa sinalização, faz ter apetite a toda a hora.
A alimentação é bioquímica?
Os alimentos são veículos de comunicação. Se fizer uma refeição de gordura saturada – uma sopa com um chouriço e depois um cozido à portuguesa – dá um sinal à cárdia (esfíncter entre o estômago e o esófago) para alargar e é assim que ocorrer o refluxo gastroesofágico e aparece a azia. A gordura saturada é um sinal que se dá à cárdia para se manter aberta. Se no dia seguinte a mesma pessoa só comer azeite ou gorduras de peixe não terá azia. Sabe porquê? É que o azeite ajuda a fechar a cárdia. Este é outro exemplo que ilustra a importância do conhecimento. Pessoas mais esclarecidas fazem escolhas mais acertadas.
A forma como nos alimentamos dita o comportamento das células?
Quando ingeridas, as gorduras saturadas e as gorduras ómega 6 (provenientes essencialmente dos animais e dos cereais, sobretudo da soja) são a estrutura a partir da qual as células fazem substâncias pró-inflamatórias. As gorduras ómega 3 – provenientes das algas e dos peixes – são as que permitem que as células produzam substâncias anti-inflamatórias. Se uma pessoa tem uma doença inflamatória (por exemplo, uma alergia, artrite ou doença autoimune) e come muita gordura saturada, esta vai funcionar como substrato para a fogueira e agravar o processo inflamatório da doença que já tem. Ao contrário, se a pessoa ingerir gorduras ómega 3, vai ser capaz de construir extintores de incêndio para que as suas células produzam anti-inflamatórios.
Há outros exemplos?
Se uma pessoa tem tendência depressiva porque não consegue produzir serotonina em quantidade suficiente, deve comer os alimentos que têm os aminoácidos precursores da serotonina – a carne de peru, por exemplo, é extremamente rica em triptofano, que é um precursor da serotonina. Se a pessoa souber isto, no outono, quando o tempo fica mais escuro, porque é que não há de comer mais carne de peru em vez de carne de vaca?
A alimentação e o processo digestivo podem agravar ou controlar certas doenças?
Sim, se uma pessoa tem uma predisposição genética para a diabetes, Alzheimer, etc., a doença só vai manifestar-se se o gene for ativado. Mas o que as pessoas precisam de saber é que os genes também podem ser desativados – é a modulação genética através da nutrigenética. Como? O que ativa ou suprime a expressão dos genes é a presença de determinados fitoquímicos, substâncias que também se encontram nos alimentos.
Podemos dizer que há alimentos anti-inflamatórios?
Claramente. Os que têm ómega 3 – sardinha, cavala e os peixes das águas frias do Norte. Algumas substâncias vegetais dos legumes (tomate), frutos (quivi) e especiarias (a curcuma, que confere a cor amarela ao caril) também têm efeito modulador de alguns genes pró-inflamatórios. Mas alimentos anti-inflamatórios devem ser consumidos, independentemente de se ter doença ou não. Hoje sabe-se que um cérebro com Alzheimer já está inflamado vinte anos antes da manifestação da doença. Todas as doenças degenerativas começam com processos inflamatórias, as autoimunes também. Não conhecemos é as causas.
Há substâncias que devem mesmo ser eliminadas da alimentação?
Os aditivos químicos. Falo das substâncias químicas que não são alimentos, que são usadas pela indústria alimentar e podem ser geradoras de inflamação em contacto com o organismo. A vida corrente não nos permite evitar todos os aditivos, mas se estivermos despertos para esta realidade teremos mais atenção, faremos escolhas mais saudáveis e ingerimos menores quantidades.
E as gorduras?
As gorduras ómegas 6, que se encontram nas margarinas e nos óleos e que são provenientes da soja, do milho e do amendoim, são claramente pró-inflamatórias. Precisamos de ómega 6 no organismo, mas em quantidades muito reduzidas. O problema é que a cadeia alimentar atual é geradora de uma alimentação extraordinariamente rica em ómega 6 e pobre em ómega 3. Basta pensar que, dantes, as galinhas e as vacas comiam erva, agora comem rações provenientes da soja; os peixes comiam algas, agora comem rações também com soja. Os produtos alimentares que usamos são essencialmente da linha produtora de ómega 6.
Nos supermercados temos centenas de alimentos à escolha. Precisamos de tanta coisa?
Não precisamos de tantos produtos alimentares, necessitamos é de maior diversidade alimentar. Essas centenas ou milhares de produtos que vemos nas prateleiras são provenientes de quatro ou cinco alimentos – cereais, lácteos, açúcares e gorduras – e da indústria de processamento. Se olharmos para a quantidade de legumes, frutos, oleaginosas e peixe que as pessoas comem no dia a dia verificamos que não há variedade alimentar, as pessoas comem quase sempre o mesmo. Já pensou na variedade de saladas que é possível fazer? Mas se perguntar a alguém qual é a que come diz-lhe alface e tomate.
No supermercado fazemos escolhas condicionadas pela publicidade e o marketing. Como podemos fugir a isso?
Só vai mudar com a informação dos cidadãos. Nos países do Norte da Europa, onde a população é muito mais esclarecida, não encontramos nos supermercados esta quantidade enorme de alimentos-lixo – basta verificar que o espaço ocupado por refrigerantes, cereais de pequeno-almoço e óleos alimentares é muito reduzido. Exatamente o oposto do que se passa em Portugal.
A crise económica e as dificuldades das famílias podem piorar ainda mais a alimentação dos portugueses?
Também pode acontecer o contrário. Numa altura em que todos sentimos uma necessidade absoluta de gerir muito bem os orçamentos familiares, devemos fazer listas de compras de forma racional. E antes de comprar certos produtos alimentares, é obrigatório perguntar: «Preciso mesmo disto? Vale a pena? Faz-me ficar mais forte, vital, inteligente? Tem mais nutrientes?» Ocasionalmente, podemos comprar os tais alimentos que não comportam nenhum valor acrescentado mas que agradam ao paladar, mas isso é num dia de festa.
De que produtos podemos e devemos mesmo prescindir quando vamos às compras?
Devemos tirar os refrigerantes, cereais com açúcar, pastelaria, óleos e margarinas – para cozinhar devemos usar o azeite, só azeite. Todos os refrigerantes são um estrago de dinheiro – as pessoas devem beber água. Os cereais com açúcar (os de pequeno-almoço e as bolachas) também são prescindíveis – devemos escolher cereais completos, integrais, que até são mais baratos. Compare-se o preço de uma caixa de cereais de pequeno-almoço com o de um pacote de flocos de aveia, que são altamente nutritivos. A aveia é muito mais barata e muito nutritiva.
Mas comprar carne magra e peixe gordo, frutos e hortaliças é muito mais dispendioso…
Mas há estratégias que podem ser implementadas. Uma é comprar carne de melhor qualidade e comer menos quantidade e menos vezes. É preferível comer carne três vezes por semana em vez de comer carne gorda todos os dias. Além disso, toda a gente ganha se fizer uma alimentação vegetariana dois dias da semana e em vez da carne comer, por exemplo, arroz de feijão ou grão-de-bico com massa. Se se acrescentar hortaliças, ervas aromáticas e azeite, podemos dizer que são refeições perfeitas. Menos carne, mas de melhor qualidade; mais peixe (incluindo cavala e sardinhas, frescas ou em conserva de azeite) e ovos (podem ser consumidos três ou quatro por semana) são opções a privilegiar.
Não retira massa, arroz ou batatas ao seu carrinho de compras?
Não, mas reduzo as quantidades ingeridas. No prato devemos ter pequenas porções de massa, arroz ou batatas e maior quantidade de hortaliças, legumes e leguminosas.
Fala-se muito na responsabilidade social da indústria farmacêutica, que ganha dinheiro à custa do tratamento dos doentes. E quanto à responsabilidade social da indústria alimentar, que ganha dinheiro atirando-nos para a doença?
A indústria alimentar está a fazer maus alimentos, mas a verdade é que as pessoas só compram o que querem. Sei que quanto menor é a informação maior é a permeabilidade ao marketing, mas o caminho também se faz através da informação dos cidadãos e da sua responsabilização. Custa-me imenso ver nas caixas de supermercado que as pessoas aparentemente mais pobres também são as que levam os carrinhos repletos de produtos inúteis e nefastos para a sua saúde. É preciso repensar a política alimentar e inovar.
QUEM É CRISTINA SALES E O QUE É A MEDICINA FUNCIONAL INTEGRATIVA?
A medicina que Cristina Sales exerce dá pelo nome de medicina funcional integrativa – reúne diferentes disciplinas, profissionais e recursos terapêuticos, é centrada na pessoa e procura entender onde estão os desequilíbrios que desencadeiam a doença. Para uns, trata-se de uma abordagem vanguardista, mais adaptada aos pacientes, ao tratamento e controlo das chamadas doenças da civilização. Para outros, a prática médica de Cristina Sales ainda gera alguma desconfiança. Quem não receia são os doentes que a procuram – sobretudo pessoas que vivem com doenças crónicas (alergias, enxaquecas, fadiga crónica, doenças inflamatórias, endócrinas, metabólicas e autoimunes) e que não encontraram resposta satisfatória para os problemas que as afetam. Uma consulta com a médica do Porto dura uma hora e não se marca de um dia para o outro. Porque os pacientes já são muitos e porque as palestras e conferências em que Cristina Sales é oradora convidada também são frequentes.
http://www.noticiasmagazine.pt/2014/saber-comer-e-pura-informacao/

terça-feira, 25 de Fevereiro de 2014

How to sharpen a knife

  How to sharpen a knife
To use a steel to sharpen a knife, hold the steel firmly but keep your wrist fairly relaxed. Keep your hand behind the butt of the steel at all times so you don’t cut yourself.
Drag the blade of the knife across the steel at an angle, sliding up from the base (or heel) of the knife to the tip. Alternate by bringing the knife under the steel and slide it up from the base to the tip to sharpen the other side. Try to work both sides evenly.
Use slow, steady strokes to run the knife blade along the steel. Speedy strokes don’t sharpen the knife any more than slow ones so go at a steady pace until you’re completely comfortable.
Sharpen your knife every time you use it to keep it properly sharp.

Mousse de lima


Ingredientes
  • Limas: 4
  • Ovos: 5
  • Açúcar: 200 g
  • Queijo mascarpone: 500 g
 

Preparação

Lave as limas. Esprema o sumo e coe através de um passador de rede fina.
Bata as gemas com o açúcar até obter um creme esbranquiçado. Junte o queijo mascarpone e continue a bater.
Adicione o sumo das limas e misture bem.
Bata as claras em castelo e envolva no preparado anterior.
Leve ao frigorífico pelo menos duas horas antes de servir.

Bacalhau à Lagareiro

Ingredientes

  • Salsa:
  • Alho: 4 dentes
  • Grelos: 1 molho
  • Batata média: 1 kg
  • Bacalhau: 4 postas
  • Azeite: q.b.
  • Sal: q.b.
  • Pimenta: q.b.

Preparação

Cozinhe os grelos em água com pouco sal, escorra-os no fim da cozedura e salteie-os com um fio de azeite, alho picado e uma pitada de pimenta.
Lave as batatas, coloque-as num tabuleiro salpicadas com sal grosso e leve ao forno a 180ºc cerca de 35 minutos. Retire do forno e dê um murro em cada uma delas para abrirem.
Passe o bacalhau por um pouco de azeite e grelhe de ambos os lados. Corte os restantes alhos em lâminas fininhas e refogue com 4 colheres de azeite e a salsa picada.
Por fim transfira o bacalhau para uma travessa, disponha as batatas e os grelos em volta e regue o bacalhau com o azeite preparado anteriormente e sirva.

Fonte sabores.sapo.pt/

segunda-feira, 24 de Fevereiro de 2014

Amêijoas com leite de coco

Ingredientes

  • Chalotas: 2
  • Alho: 4 dentes
  • Amêijoas frescas: 1 kg
  • Leite de coco: 165 ml
  • Cerveja: q.b.
  • Sal, pimenta rosa, chinese 5 spices: q.b.
  • Azeite aromatizado de coentros: q.b.
 Preparação:
Num wok saltear as amêijoas com 1 fio de azeite e fazer uma redução com um pouco de cerveja.
Entretanto num tacho colocar as chalotas picadas com os dentes de alho e saltear até ficarem translúcidas.
Acrescentar o leite de coco e passar tudo pela liquidificadora/robot de cozinha, para que se torne num creme sedoso.
Temperar com o sal, a pimenta e a especiaria 5 epices e cobrir as amêijoas. Deixar uns 5 minutos em lume brando e antes de servir picar um pouco de salsa frisada.

Fonte:sabores.sapo.pt/

Deutsche Rezepte

Deutsche Rezepte - Klassiker, die wir lieben

Deutsche Rezepte: Wirsingrouladen mit Kartoffelpüree

Deutsche Rezepte

Häufig werden deutsche Rezepte als deftige Hausmannskost beschrieben. Doch bei einem genaueren Blick auf deutsche Rezepte tut sich eine große regionale Vielfalt auf, die von bodenständig bis raffiniert reicht. Deutsche Rezepte variieren von Nord nach Süd, von West nach Ost. Für nahezu jede Region gibt es typische deutsche Rezepte, die zu besonderen Spezialitäten werden. So reicht das Spektrum für deutsche Rezepte von Labskaus, Fischgerichten oder Grünkohl über Currywurst, Pfälzer Saumagen und Harzer Käse hin zu Weißwurst, Leberkäse und Spätzle. Deusche Rezepte sind einfach lecker. Stöbern Sie durch unsere Galerie für deutsche Rezepte und probieren Sie gleich ein paar köstliche deutsche Rezepte aus. Sie werden begeistert sein!
http://www.lecker.de

Zutaten für 4 Personen:

  • 1 kleiner Kopf Wirsingkohl (ca. 800 g)
  • 2 Zwiebeln
  • 750 g gemischtes Hackfleisch
  • 3 EL Paniermehl
  • 2 TL getrockneter Majoran
  • 1 EL mittelscharfer Senf
  • 5 EL Milch
  • 1 Ei (Größe M)
  • Salz
  • Pfeffer
  • Edelsüß-Paprika
  • 35 g gewürfelter grüner Speck
  • 1 EL Öl
  • 2 EL Tomatenmark
  • 750 ml Gemüsebrühe
  • Zucker
  • 1 kg mehlig kochende Kartoffeln
  • 300 ml Milch
  • 2 EL Butter oder Margarine
  • Alufolie
  • Küchengarn




Zubereitung von Wirsingrouladen mit Kartoffelpüree


1. Kohl putzen, waschen und 10–12 äußere, große Wirsingkohlblätter ablösen. Kohlblätter portionsweise in kochendem Salzwasser ca. 2 Minuten garen, herausnehmen, in kaltem Wasser abschrecken. Die Mittelrippen flach schneiden, große Blätter evtl. halbieren.

2. Zwiebeln schälen und fein würfeln. Hack, Paniermehl, Majoran, Hälfte Zwiebelwürfel, Senf, Milch und Ei verkneten. Mit Salz, Pfeffer und Paprika würzen. Kohlblätter portionsweise nebeneinanderlegen. Aus der Hackmasse insgesamt ca. 16 Klößchen formen und jeweils 1 Kloß auf 1 Blatt bzw. Blätthälfte legen. Kohlränder einschlagen und aufrollen. Mit Küchengarn fest umwickeln.
Restlichen Kohl in Streifen schneiden.

3. Speck in einem großen Bräter auslassen, herausnehmen. Rouladen im heißen Speckfett rundherum anbraten, herausnehmen. Öl ins heiße Bratfett geben. Kohlstreifen darin unter Wenden ca. 5 Minuten dünsten, mit Salz und Pfeffer würzen, herausnehmen. Zwiebeln ins heiße Bratfett geben, unter Wenden ca. 1 Minute braten. Tomatenmark einrühren und anschwitzen. Mit Brühe ablöschen, aufkochen, Speck zugeben, mit Salz, Pfeffer und Zucker würzen. Rouladen in eine große Auflaufform schichten, mit Fond übergießen, mit Alufolie zudecken und im vorgeheizten Backofen (E-Herd: 175 °C/ Umluft: 150 °C/ Gas: Stufe 2) 45–50 Minuten schmoren.

4. Kartoffeln schälen, waschen und in kochendem Salzwasser ca. 25 Minuten garen. Kartoffelwasser abgießen. Milch und Fett zu den Kartoffeln geben und zu Püree stampfen. Wirsingstreifen unterrühren, erneut erhitzen, mit Salz, Pfeffer und etwas Zucker abschmecken. Zu den Rouladen reichen.

Zubereitungszeit ca. 1 1/2 Stunden. Pro Portion ca. 3940 kJ, 940 kcal. E 53 g, F 58 g, KH 47 g

Foto: Food & Foto, Hamburg

بيانات التوقيت

  • مدة التحضير :
  • مدة الطهو :

المكوّنات

2 أكواب أو 220 غ من الدقيق العادي
1 ملعقة صغيرة من البيكينغ باودر
1 ملعقة طعام من الهال المطحون
1 علبة أو 395 غ من حليب نستله المكثف المحلى
¼ كوب أو 60 مل من الماء٬ الساخن
1 كوب أو 250 مل من زيت القلي النباتي والمهدرج جزئياً
1 ملعقة طعام من الفستق الحلبي٬ المطحون (للتزيين الاختياري)

طريقة التحضير

في وعاء للمزج، يُخلط الدقيق مع الباينكنغ باودر والهال وتُمزج المكوّنات جيّداً.
يُضاف حليب نستله المكثّف المحلى مع الماء ويُستكمل المزج حتى تصبح العجينة لزجة. تُترك في حرارة معتدلة لمدّة ساعتين.
تُمدّ العجينة على سطح نظيف مرشوش بالدقيق، وتُقطّع إلى مثلثات بقياس 3 سم وتُقلى جيّداً في الزيت حتى تصبح ذهبية اللون. تُنقل لتوضع على ورق المطبخ لامتصاص فائض الزيت.
تُقدّم في حرارة معتدلة مع رشّ بودرة المكسرات على الوجه كتزيين اختياري.


-http://www.nestle-family.com/recipes/healthy-eating-desserts-lighter_%D9%85%D8%BA%D8%B3%D8%BA%D8%B3_47835.aspx


Paella de bacalhau e camarão

Ingredientes

  • Arroz para paella (Oriente Rice): 200 g
  • Bacalhau (demolhado Dias): 1 posta
  • Cebola: 1/2
  • Chouriça de carne: um pouco
  • Alho: 2 dentes
  • Malagueta: 1/2
  • Polpa de tomate: 1 colher de sopa
  • Camarão: 100 g
  • Pimento assado (piquillo): 1
  • Ervilhas: 50 g
  • Sal e pimenta: q.b.
  • Tempero para paella: q.b.
  • Bacon: q.b.
  • Azeite: um fio

Preparação

1. Triturar a cebola, malagueta, alho e chouriça, sem pele, até ficar uma pasta.
2. Levar o camarão a cozer com sal, louro e malagueta. Mal levante fervura, deixe ferver dois minutos e desligue. Coloque na água quente o bacalhau.
3. Leve ao lume o azeite e a pasta que triturou, deixar cozinhar um pouco, mexendo sempre, sem deixar queimar.
4. Adicionar o bacon cortado em pedacinhos e deixar cozinhar, mexendo sempre.
5. Acrescentar a polpa de tomate e o arroz e deixar "fritar" um pouco.
6. Coar o caldo de cozer o camarão e adicionar ao arroz.
7. Temperar de sal e pimenta e o tempero para paella e deixar cozinhar.
8. Ir acrescentando caldo quando este se evaporar da frigideira.
8. Desfazer o bacalhau em lascas e descascar o camarão.
9. Adicionar o bacalhau e as ervilhas e deixar que o líquido comece a evaporar de forma a que o arroz fique sequinho, e com bocadinhos agarrados ao fundo, tostadinhos.
10. Acrescentar o camarão, o pimento e verificar o tempero.

Fonte: sabores.sapo.pt/

BRUNCH: Gingerbread pancakes with Parma ham and maple syrup


Watch recipe1 mins
Major brownie points are awarded to those who go the extra mile on a Sunday and rustle up this breakfast dish. If you prefer to have the pancakes plain, then just omit the cinnamon, ground ginger, lemon zest, vanilla and sugar.



Ingredients


  • 225g/8oz self-raising flour
  • 3 tbsp soft light brown sugar
  • 1 tsp baking powder
  • 1 tsp cinnamon
  • 2 tsp ground ginger
  • pinch salt
  • ½ lemon, zest finely grated (optional)
  • ½ vanilla pod, or a couple of drops of vanilla extract (optional)
  • 300ml/½ pint semi-skimmed milk
  • 1 medium free-range egg
  • 4 tbsp sunflower oil
  • 12 slices Parma ham or bacon
To serve
  • 100ml/3½fl oz maple syrup
  • 100ml/3½fl oz sour cream or crème fraîche

Preparation method

  1. Preheat the oven to 110C/225F/Gas ¼ (this will be to keep the pancakes warm as they are cooked in batches).
  2. Put the flour, sugar, baking powder, cinnamon, ginger and salt into a large bowl, give them a quick mix and make a well in the centre. Finely grate the lemon zest in, if using. Split the vanilla pod open, scrape the seeds out and add them, too (or vanilla extract). Then gradually pour the milk in bit by bit, stirring all the time to give a smooth mixture. Then beat the egg in well and set aside.
  3. Put a drizzle of oil into a large frying pan on a medium heat and cook the Parma ham for 2-3 minutes on each side until nice and crisp. Then remove with tongs and drain on kitchen paper. Keep the ham warm in the oven until ready to serve.
  4. Leave the pan on the heat, but reduce the heat to low and add a little bit more oil if need be. Then spoon in four dollops of the pancake mix (to spread to about 10cm/3¼in wide). Leave to cook for about 1-2 minutes until golden, then flip them over and cook for another 1-2 minutes. Slide them onto a baking tray and put in the oven to keep warm. Then, repeat with the remaining mix to make about 12.
  5. Once you have made all of the pancakes, divide them between four plates. I like to pile the parma ham high on them and then drizzle with the maple syrup and serve with a dollop of sour cream or crème frâiche.

    Fonte e fotos: http://www.bbc.co.uk/food/recipes/

domingo, 23 de Fevereiro de 2014

Brownie de Chocolate

Brownie
Brownie


Ingredientes:

6 Colheres (sopa) bem cheias de margarina ( sem sal)
3/4 Xícara (chá) de achocolatado
1/2 Xícara (chá) chocolate em pó ao leite ou amargo
1 1/4 Xícara ( chá) farinha de trigo
2 Xícara (chá) açúcar
4 Ovos
2 Pitadas de sal
1 Colheres (chá) extrato ou essência de baunilha
1 Tablete de chocolate meio amargo picado em cubinhos
1/2 Xícara ( chá) de nozes picadas (ou castanhas de caju granulada)

Modo de Preparo:

Misture os ovos e o açúcar e depois agregue todos os ingredientes até formar um creme uniforme
Despeje numa assadeira forrada com papel manteiga e leve ao forno médio por 40 minutos
O brownie está pronto quando a parte de cima está levemente corada e ao se espetar um palito o mesmo está levemente úmido (devido ao chocolate derretido)
Corte em quadrados ainda quente e sirva com uma bola de sorvete de creme, ou congele num saquinho para freezer
Para descongelar, coloque o brownie num prato de sobremesa e aqueça no micro-ondas, potência alta, por 1 minuto.

Fonte e fotografia:   

Pumpkin risotto with crispy sage

Pumpkin risotto with crispy sage
Simple, yet stylish, Hugh Fearnley-Whittingstall’s pumpkin risotto with crispy sage takes no time to cook.

Ingredients

For the pumpkin risotto
  • 570ml/1 pint vegetable or chicken stock
  • 1 small onion, chopped
  • 12 fresh sage leaves, chopped finely
  • 2 tbsp olive oil
  • 170g/6oz arborio (risotto) rice
  • 250g/9oz pumpkin or butternut squash, diced small
  • 50g/2oz butter
  • salt and freshly ground black pepper
For the crispy sage
  • 12-16 fresh sage leaves
  • 2 tbsp sunflower oil
For serving
  • piece fresh parmesan, or vegetarian parmesan-style grating cheese

Preparation method

  1. Heat the stock until almost boiling and then keep over a very low heat. In a separate heavy-based saucepan sweat the onion in the oil until soft but not browned. Add the chopped sage and cook for a couple more minutes.
  2. Add the rice and mix well for a few seconds to coat the grains with oil, then pour in one-third of the stock and bring to a gentle simmer. Cook until almost all the stock is absorbed. Add the pumpkin or squash and a little more stock, and continue to simmer gently until the stock is absorbed.
  3. From then on add more stock a little at a time, until the pumpkin is soft and the rice nicely al dente. You may not need all the stock, but the texture should be loose and creamy.
  4. When the risotto is almost ready, heat the sunflower oil in a small pan and quickly fry the sage leaves until crispy - it takes a matter of seconds.
  5. Stir the butter into the risotto, and season well with salt and pepper. Divide into four servings and throw a few crispy sage leaves over each portion. Bring the cheese and a grater to the table for your guests to serve themselves.

    Fonte e Foto: http://www.bbc.co.uk/food/recipes

Basic pancakes with sugar and lemon


Basic pancakes with sugar and lemon
Trust Delia Smith to show you exactly how to make classic pancakes - and enjoy Pancake Day without any flops.

Ingredients

For the pancake mixture
  • 110g/4oz plain flour, sifted
  • pinch of salt
  • 2 eggs
  • 200ml/7fl oz milk mixed with 75ml/3fl oz water
  • 50g/2oz butter
To serve
  • caster sugar
  • lemon juice
  • lemon** wedges

Preparation method

  1. Sift the flour and salt into a large mixing bowl with a sieve held high above the bowl so the flour gets an airing. Now make a well in the centre of the flour and break the eggs into it. Then begin whisking the eggs - any sort of whisk or even a fork will do - incorporating any bits of flour from around the edge of the bowl as you do so.
  2. Next gradually add small quantities of the milk and water mixture, still whisking (don't worry about any lumps as they will eventually disappear as you whisk). When all the liquid has been added, use a rubber spatula to scrape any elusive bits of flour from around the edge into the centre, then whisk once more until the batter is smooth, with the consistency of thin cream. Now melt the 50g/2oz of butter in a pan. Spoon 2 tbsp of it into the batter and whisk it in, then pour the rest into a bowl and use it to lubricate the pan, using a wodge of kitchen paper to smear it round before you make each pancake.
  3. Now get the pan really hot, then turn the heat down to medium and, to start with, do a test pancake to see if you're using the correct amount of batter. I find 2 tbsp is about right for an 18cm/7in pan. It's also helpful if you spoon the batter into a ladle so it can be poured into the hot pan in one go. As soon as the batter hits the hot pan, tip it around from side to side to get the base evenly coated with batter. It should take only half a minute or so to cook; you can lift the edge with a palette knife to see if it's tinged gold as it should be. Flip the pancake over with a pan slice or palette knife - the other side will need a few seconds only - then simply slide it out of the pan onto a plate.
  4. Stack the pancakes as you make them between sheets of greaseproof paper on a plate fitted over simmering water, to keep them warm while you make the rest.
  5. To serve, sprinkle each pancake with freshly squeezed lemon juice and caster sugar, fold in half, then in half again to form triangles, or else simply roll them up. Serve sprinkled with a little more sugar and lemon juice and extra sections of lemon.



    **

    Lemon recipes

    How to make preserved lemons

    How to make preserved lemons

    By Thane Prince
    A very sharp, acidic citrus fruit with a shiny yellow skin and bitter but zingy flavour. Lemons are rich in vitamin C but have a low sugar content. They’re available year round and used in both sweet and savoury dishes. The aromatic zest or outer rind and juice can be used in marinades, drinks such as lemonade, and a wide variety of desserts. The juice is a good accompaniment to fish and can also be used in place of vinegar as a salad dressing. The zest is often incorporated into stuffings for meat. Whole preserved lemons can be used to flavour stews; they are a common addition to Moroccan dishes.


    Fonte e foto: http://www.bbc.co.uk/food/recipes